Responda com sinceridade. Este questionário é apenas um guia inicial para você refletir sobre como tem se sentido.
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O que são fobias
A fobia é um medo intenso, persistente e desproporcional diante de uma situação, objeto ou ambiente específico. Diferente do medo comum — que é uma reação natural de autoproteção —, a fobia atrapalha a rotina, gera sofrimento e pode limitar comportamentos.
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), as fobias fazem parte dos transtornos de ansiedade e envolvem medos que vão muito além de um desconforto passageiro.
Tipos de fobias
Existem vários tipos de fobia, classificados de acordo com o estímulo que causa medo. Entre os mais comuns estão:
Além dessas, há diversas outras que podem afetar desde situações cotidianas até interações sociais e profissionais.
Sintomas
Os sintomas das fobias podem ser emocionais e físicos.
Sintomas emocionais:
Sintomas físicos:
Possíveis causas
As fobias podem ter várias origens, como:
Diagnóstico
O diagnóstico deve ser feito por psicólogo ou psiquiatra, com base em entrevista clínica e critérios específicos definidos em manuais como o DSM-5. Esse processo ajuda a diferenciar a fobia de outros transtornos, como ansiedade generalizada ou transtorno de pânico.
Tratamentos
As fobias têm tratamento e, com acompanhamento adequado, é possível recuperar qualidade de vida. Os principais métodos são:
Quando procurar ajuda?
É hora de buscar atendimento quando:
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Fontes de referência
Pesquisas recentes apontam que um sintoma frequentemente negligenciado — a insônia crônica — pode servir como alerta importante para quadros de depressão, muito antes de outros sinais mais evidentes, como tristeza ou isolamento social. Estudo do Instituto do Sono, por exemplo, identificou que distúrbios persistentes no sono não se limitam a serem consequências da depressão: eles podem integrar o quadro depressivo desde cedo. Agência Brasil
O que as pesquisas descobriramDetectar a insônia crônica como parte do quadro depressivo pode permitir:
TEA Autismo Saúde
Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é uma condição única, mas um conjunto de formas de manifestação que variam amplamente entre as pessoas. Os níveis de suporte — definidos pelo DSM-5 — são úteis para planejar apoio e intervenções sem reduzir a pessoa a um rótulo.
O que são os níveis de suporte?
O DSM-5 apresenta três níveis, com base no grau de apoio necessário:
Nível 1: dificuldades sutis na interação social e na flexibilidade comportamental.
Nível 2: déficits mais evidentes na comunicação e na adaptação.
Nível 3: deficiências marcantes em comunicação e comportamentos repetitivos intensos.
Observação: os níveis servem como ferramenta clínica e não devem ser usados para limitar expectativas.
| Nível | Características | Suporte |
|---|---|---|
| Nível 1 | Dificuldades sutis; mais autonomia. | Leve, ocasional. |
| Nível 2 | Interação social mais afetada. | Substancial e frequente. |
| Nível 3 | Deficiências graves e intensas. | Contínuo. |
Compreender os níveis de suporte permite personalizar intervenções e promover inclusão. Mais importante do que classificar é ouvir a pessoa autista e sua família.
Metade dos distúrbios mentais se manifestam aos 14 anos, sendo muitos casos subdiagnosticados e não tratados, conforme alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). É vital que pais e educadores estejam atentos aos primeiros sinais e sintomas, pois o não tratamento durante a adolescência acarreta sérias consequências na vida adulta.
Os Desafios da Adolescência e a Influência na Saúde Mental
O período entre os 10 e 19 anos representa uma fase crucial na vida, marcada por importantes transições, como mudanças escolares, saída do lar e início da vida acadêmica ou profissional. Enquanto para alguns essa etapa é de alegria, para outros pode ser repleta de estresse e ansiedade, podendo desencadear problemas de saúde mental se não forem reconhecidos e tratados adequadamente.
Fatores que Contribuem para Doenças Mentais na Adolescência
Além das mudanças naturais da adolescência, outros fatores podem desencadear problemas de saúde mental, como o uso extensivo de tecnologia e a exposição a conflitos, desastres naturais e epidemias. Promover o bem-estar psicológico e proteger os jovens de experiências adversas são medidas cruciais para garantir um desenvolvimento saudável, com impacto positivo não só na adolescência, mas também na vida adulta.
Determinantes da Saúde Mental na Adolescência
Durante a adolescência, é fundamental desenvolver hábitos sociais e emocionais saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos, a manutenção de uma higiene do sono adequada e o desenvolvimento de habilidades para lidar com problemas e emoções. O apoio da família, da escola e da comunidade também desempenha um papel crucial na proteção da saúde mental dos jovens.
Fatores de Risco para Doenças Mentais
Diversos fatores podem aumentar o risco de problemas de saúde mental na adolescência, como a busca por maior autonomia, pressão dos colegas, questões de identidade sexual, uso indiscriminado da tecnologia, violência familiar e bullying, dificuldades socioeconômicas e discriminação. Certos grupos, como adolescentes com doenças crônicas, deficiências ou pertencentes a minorias étnicas ou sexuais, são ainda mais vulneráveis e exigem atenção especial.
Importância da Promoção e Prevenção
A promoção da saúde mental dos adolescentes começa com a conscientização sobre a existência desses problemas e a compreensão dos sinais precoces. Pais e educadores desempenham um papel fundamental na identificação e no apoio aos jovens em risco. Além disso, investimentos governamentais em programas abrangentes e baseados em evidências são essenciais para conscientizar, promover e proteger a saúde mental dos adolescentes.
Estratégias de Promoção e Prevenção
Intervenções individuais e em grupo, apoio familiar, mudanças nas escolas para criar ambientes psicologicamente seguros, treinamento para profissionais de saúde e educação sexual são algumas das medidas que podem ajudar a prevenir problemas de saúde mental na adolescência e promover o bem-estar geral dos jovens.
Investir na saúde mental dos adolescentes não só os ajuda a lidar melhor com os desafios da vida, mas também contribui para uma sociedade mais saudável e produtiva no futuro.
Sentir aquele frio na barriga antes de uma apresentação ou perceber as mãos suando em uma entrevista de emprego são reações comuns e até normais diante de determinadas situações. Afinal, a ansiedade é uma reação biológica de todo ser humano em momentos de perigo e ameaça.
No entanto, quando essa sensação evolui para falta de ar persistente, insônia frequente ou sensação de pânico, é hora de ligar o alerta: você pode estar sofrendo de transtorno de ansiedade.
O Que é Ansiedade e Qual a Sua Origem?
Quando patológica, a ansiedade é um transtorno mental caracterizado por distúrbios comportamentais associados ao medo ou preocupação extrema e irracional. Essa condição interfere diretamente nas atividades diárias, podendo causar incapacidades funcionais.
Atualmente, o transtorno de ansiedade é o principal problema de saúde mental no mundo, afetando cerca de 4% da população global. No Brasil, mais de 18 milhões de pessoas sofrem com essa condição, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), o transtorno de ansiedade geralmente persiste por, no mínimo, seis meses, podendo durar a vida inteira. Embora possa se manifestar em qualquer fase da vida, tem aumentado especialmente na terceira idade. Além disso, as mulheres têm duas vezes mais chances de desenvolver transtorno de ansiedade em comparação aos homens.
Principais Causas da Ansiedade
O transtorno de ansiedade tem origem multifatorial, envolvendo fatores sociais, psicológicos, genéticos, cognitivos e ambientais. O ritmo acelerado da vida moderna, o excesso de informações e novas tecnologias aumentam as exigências que impactam diretamente o comportamento humano.
Durante a vida, todos enfrentamos situações de ansiedade, preocupação, raiva ou medo em graus variados. A ansiedade patológica resulta de uma inquietação extrema e crônica, causando desequilíbrio físico e emocional. Nesses casos, a pessoa não consegue encontrar a resposta emocional necessária aos acontecimentos do cotidiano, gerando prejuízos sociais, profissionais e pessoais.
Efeitos Pós-Pandemia
O isolamento social e a tensão provocada pela pandemia de covid-19 causaram efeitos profundos e duradouros na saúde mental de milhões de pessoas. Segundo a OMS, a pandemia aumentou em mais de 25% os casos de ansiedade. Em crianças e adolescentes, os casos saltaram de 11,6% para 19%, devido à restrição do convívio social e adaptações na vida escolar.
Tipos Mais Comuns de Transtorno de Ansiedade
Para compreender melhor o transtorno de ansiedade, listamos os tipos mais prevalentes:
Transtorno de Ansiedade Generalizada: Caracterizado pelo excesso de preocupação com atividades rotineiras, afetando diretamente o funcionamento psicossocial do indivíduo.
Transtorno de Pânico: Manifesta-se por meio de ataques de pânico súbitos e intensos, provocando medo ou desconforto extremo.
Transtorno de Ansiedade Social: O medo persistente da avaliação de outras pessoas dificulta o convívio social e gera afastamento.
Transtorno de Ansiedade de Separação: Ocorre pela separação momentânea de alguém com forte vínculo afetivo, causando sofrimento intenso.
H2: Quais os Sinais Característicos do Transtorno de Ansiedade?
O principal sinal de que a ansiedade tornou-se um distúrbio é o sofrimento ou prejuízo em atividades importantes. A ansiedade patológica causa sofrimento emocional e físico, prejudicando o funcionamento social.
Sintomas Físicos Comuns:
Sintomas Emocionais Comuns:
Ansiedade versus Medo
Ansiedade e medo são frequentemente confundidos, mas possuem diferenças claras. A ansiedade prepara-nos para algo que vai acontecer, enquanto o medo é uma resposta emocional à ameaça iminente real ou percebida. Ambos podem se tornar patológicos quando desproporcionais ao estímulo apresentado.
Como São Realizados Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico do transtorno de ansiedade começa com uma avaliação clínica, analisando fatores sociais, culturais, ambientais e contextuais. Psicólogos ou psiquiatras são os profissionais indicados para o diagnóstico. A avaliação inicial diferencia sintomas físicos dos cognitivos e comportamentais.
Tratamentos Comuns:
O suporte emocional, especialmente familiar, é essencial durante o tratamento, proporcionando acolhimento e apoio.
Atitudes que Corroboram com o Bem-Estar
Além do tratamento clínico, algumas atitudes podem contribuir com o bem-estar:
Essas dicas não substituem a ajuda profissional, que deve ser procurada ao primeiro sinal de transtorno. Especialistas atendem presencialmente ou via telemedicina, facilitando o acesso ao tratamento.
Lembrar de viver um dia de cada vez e aceitar que não se pode controlar tudo é fundamental. Cuidar da saúde mental é investir em qualidade de vida. Busque autoconhecimento e observe-se, pois, com o tratamento adequado, a ansiedade pode ser controlada, transformando sua vida para melhor. Compartilhe essas informações com quem precisa e contribua para a conscientização sobre a ansiedade.
A bipolaridade, também conhecida como transtorno bipolar, é um distúrbio mental caracterizado por mudanças extremas e persistentes de humor. Essas variações oscilam entre episódios de depressão e períodos de mania ou hipomania. Durante um episódio depressivo, a pessoa pode sentir uma tristeza profunda e desesperança, enquanto em um episódio maníaco, pode experimentar uma euforia intensa e energia excessiva.
Impacto da Bipolaridade nas Relações Afetivas
Mudanças de Humor e Relacionamentos
As alterações de humor características do transtorno bipolar podem impactar significativamente as relações afetivas. Uma pessoa bipolar pode estar bem em um momento, mas mudar repentinamente para um estado de desconfiança e insegurança. Esses períodos de instabilidade emocional podem gerar conflitos e dificultar a manutenção de relacionamentos saudáveis.
Desconfiança e Insegurança
Durante fases maníacas ou hipomaníacas, a pessoa pode apresentar comportamentos impulsivos, como desconfiança excessiva e atitudes possessivas. Esses comportamentos podem levar a mal-entendidos e desentendimentos com o parceiro, causando sofrimento emocional para ambos.
Comportamentos Abusivos e Bipolaridade
Possibilidade de Comportamentos Abusivos
A bipolaridade pode, em alguns casos, levar a comportamentos abusivos. A desconfiança e a irritabilidade, características das fases maníacas, podem fazer com que a pessoa maltrate o parceiro sem motivos aparentes. Essa agressividade pode ser verbal, emocional ou, em casos mais graves, física.
Identificando os Sinais
Se o seu marido apresenta esses comportamentos, é essencial observar se há uma padrão de mudança de humor intensa e persistente. Identificar os sinais de bipolaridade pode ser o primeiro passo para buscar ajuda profissional e melhorar a dinâmica do relacionamento.
Bipolaridade e Dependência de Álcool
Risco de Dependência
O transtorno bipolar pode aumentar o risco de dependência de substâncias, incluindo o álcool. As pessoas podem recorrer ao álcool como uma forma de automedicação para lidar com os sintomas do transtorno, seja para aliviar a depressão ou para controlar a agitação durante a mania.
Sinais de Alerta
Se o seu marido demonstra comportamentos bipolares e também apresenta sinais de dependência de álcool, é crucial procurar orientação médica. A combinação de bipolaridade e alcoolismo pode agravar os sintomas de ambos os problemas e tornar o tratamento mais complexo.
Buscando Ajuda Profissional
Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico da bipolaridade deve ser realizado por um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo. O tratamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos estabilizadores de humor e terapia psicossocial. A psicoterapia pode ajudar a pessoa a entender e gerenciar melhor seus sintomas, enquanto os medicamentos podem estabilizar as mudanças de humor.
Importância do Apoio Familiar
O apoio da família é fundamental no tratamento do transtorno bipolar. Entender a condição, participar de sessões de terapia familiar e oferecer suporte emocional pode fazer uma diferença significativa na vida do paciente e na dinâmica do relacionamento.
Definição e Características
O transtorno bipolar é um distúrbio mental caracterizado por mudanças extremas e persistentes de humor. Estas oscilações variam entre episódios de depressão profunda e períodos de mania ou hipomania. De um lado, o indivíduo pode sentir uma tristeza avassaladora e um senso de desamparo; do outro, experimentar uma euforia intensa e energia exacerbada.
Episódios de DepressãoDurante os episódios depressivos, o indivíduo bipolar pode enfrentar uma série de sintomas debilitantes, tais como:
Estes sintomas impactam negativamente a vida pessoal, profissional e social do paciente, tornando essencial o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.
Episódios de Mania/HipomaniaEmbora ambos os estados envolvam um aumento de energia e atividade, a mania é mais intensa que a hipomania e pode incluir sintomas psicóticos.
Sintomas de ManiaDurante um episódio maníaco, a pessoa pode apresentar:
A hipomania apresenta sintomas semelhantes, mas de menor intensidade e sem sintomas psicóticos. A pessoa pode parecer extremamente produtiva e sociável, porém, essas fases também podem levar a decisões imprudentes.
Importância do Diagnóstico e TratamentoO diagnóstico do transtorno bipolar é clínico e feito por um profissional de saúde mental através de entrevistas e avaliações detalhadas. Não há exames laboratoriais específicos, mas testes como a Escala de Mania de Young e o Inventário de Depressão de Beck podem auxiliar.
TratamentoO tratamento eficaz do transtorno bipolar geralmente combina medicação e terapia psicossocial. Os principais tipos de medicação incluem:
A psicoterapia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), também desempenha um papel crucial ao ajudar os pacientes a identificar e gerenciar os gatilhos de suas oscilações de humor.
Conscientização e EstigmaA conscientização sobre o transtorno bipolar é essencial para combater o estigma associado. Muitas vezes, a falta de informação leva à discriminação e ao preconceito, dificultando a busca por ajuda e tratamento adequados.
Educação e ApoioProgramas educacionais e grupos de apoio podem fornecer às pessoas com transtorno bipolar e seus familiares informações valiosas e um senso de comunidade. A compreensão e o suporte da sociedade são fundamentais para a inclusão e o bem-estar dessas pessoas.
Entendendo a Dinâmica da Depressão
A pessoa que enfrenta a depressão muitas vezes apresenta mudanças significativas em seu comportamento, tornando até mesmo as conversas mais simples um desafio. Manifestações de irritabilidade, impaciência e negatividade são comuns, o que pode afetar as interações sociais e criar um distanciamento entre amigos e familiares.
Oferecendo Suporte Adequado
É importante compreender que os comportamentos e as palavras da pessoa deprimida frequentemente são influenciados pelos sintomas da doença. Portanto, é essencial não levar para o lado pessoal as reações negativas ou a falta de resposta às tentativas de apoio.
Pequenos Gestos, Grandes Impactos
Demonstrar apoio e ser um bom ouvinte são alicerces fundamentais para ajudar alguém com depressão. Palavras de encorajamento e gestos de carinho podem fazer uma grande diferença, mesmo que pareçam simples. Manter o contato regular e mostrar interesse genuíno pelo bem-estar da pessoa são atitudes que demonstram cuidado e preocupação.
Incentivando o Tratamento Profissional
A terapia é uma ferramenta crucial no tratamento da depressão. Um psicólogo pode oferecer apoio especializado e ajudar a pessoa a desenvolver estratégias para lidar com os sintomas da doença. Incentivar a busca por ajuda profissional e oferecer apoio durante o processo são passos importantes para auxiliar no tratamento.
Evitando Atitudes Prejudiciais
Existem algumas atitudes que devem ser evitadas ao lidar com alguém que enfrenta a depressão. Desmerecer os sentimentos da pessoa, tentar "consertar" a situação com soluções simplistas ou fazer comparações são comportamentos que podem ser prejudiciais e minar os esforços de recuperação.
Cuidando de Si Mesmo
Lembrar-se de cuidar de si mesmo é fundamental ao oferecer apoio a alguém com depressão. O processo pode ser emocionalmente desgastante, e é importante reservar tempo para recarregar as energias e cuidar de sua própria saúde mental. Buscar ajuda profissional, se necessário, e estabelecer limites saudáveis são medidas importantes para garantir o bem-estar de ambos.
Oferecer apoio a alguém com depressão pode ser desafiador, mas com compreensão, paciência e cuidado, é possível fazer a diferença na vida da pessoa querida.
A depressão é um transtorno mental grave que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracterizada por um estado persistente de tristeza e perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas, a depressão pode levar a uma série de sintomas emocionais e físicos que impactam significativamente a qualidade de vida do indivíduo.
Diagnóstico da Depressão
Como é Feito o Diagnóstico?
O diagnóstico da depressão é clínico e realizado por um médico após uma avaliação minuciosa do paciente. Não existem exames laboratoriais ou de imagem específicos para diagnosticar a depressão. O médico utiliza questionários e entrevistas clínicas para identificar os sintomas e a gravidade da condição.
Ferramentas de DiagnósticoUma das ferramentas utilizadas para auxiliar no diagnóstico é o questionário PHQ-9, que avalia a presença e a gravidade dos sintomas depressivos. Após essa avaliação inicial, a confirmação diagnóstica pode ser realizada utilizando os critérios da CID-10 para episódios depressivos.
Sinais e Sintomas da Depressão
Sintomas Comuns
Humor Deprimido e Perda de Interesse
Pacientes com depressão frequentemente apresentam humor deprimido e perda de interesse ou prazer em atividades diárias. Esses sintomas persistem na maior parte do dia e na maioria dos dias.
Cansaço e FadigaO cansaço extremo e a falta de energia são comuns, dificultando a realização das tarefas diárias.
Duração dos SintomasPara caracterizar um episódio depressivo, os sintomas devem durar pelo menos duas semanas. Em casos de sintomas graves e de início rápido, períodos mais curtos podem ser considerados.
Classificação da DepressãoA depressão pode ser classificada em três graus, dependendo do número, tipo e gravidade dos sintomas, além do impacto funcional na vida do paciente:
Sintomas físicos persistentes sem causa aparente são comuns, como dores e desconfortos.
Alterações Emocionais e CognitivasPacientes podem apresentar indiferença afetiva, irritabilidade, redução da concentração, baixa autoestima, ideias de culpa e inutilidade, pessimismo e ruminação de erros passados.
Distúrbios do Sono e ApetiteInsônia e diminuição do apetite são frequentes. Em alguns casos, pode ocorrer hipersonia (excesso de sono) e aumento do apetite, embora sejam menos comuns.
Ideias SuicidasPensamentos relacionados à morte são graves e requerem atenção imediata. Quadros depressivos com sintomas psicóticos associados, como alucinações e delírios, são classificados como episódios depressivos graves.
Importância do Tratamento OportunoInício Rápido do TratamentoO diagnóstico e o início do tratamento em tempo oportuno são essenciais para reduzir o período sintomático e melhorar o prognóstico do paciente. A intervenção precoce pode prevenir complicações graves, como o risco de suicídio, desidratação e desnutrição.
Avaliação do Risco de SuicídioAbordagem DiretaÉ fundamental perguntar diretamente ao paciente sobre ideação ou planos suicidas. Coletar informações de familiares ou terceiros pode ajudar a avaliar o risco de tentativa de suicídio e a intencionalidade.
Planejamento TerapêuticoPacientes hospitalizados por outras causas e que apresentam sintomas de depressão devem iniciar o planejamento terapêutico imediatamente.
Encaminhamento para Atenção EspecializadaCAPS e AmbulatórioPacientes diagnosticados com depressão em consultas ambulatoriais ou emergenciais devem ser encaminhados para a Atenção Primária ou Atenção Especializada (CAPS ou ambulatório), conforme os critérios de encaminhamento estabelecidos.
Você conhece alguém que foi rotulado como tendo "TOC" devido ao seu comportamento sistemático? É comum que o TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) seja mal compreendido na sociedade. Muitas pessoas acreditam que gostar de limpeza ou ter uma maneira peculiar de organizar as coisas caracteriza TOC. No entanto, essa visão está equivocada. O TOC é uma perturbação nos padrões de pensamento que provoca emoções negativas e interfere na capacidade de uma pessoa se comportar normalmente. O TOC é caracterizado por:
O Funcionamento do Cérebro em Condições Normais
O cérebro humano é comparável a um supercomputador, processando constantemente novas informações das experiências vividas. Diversas áreas do cérebro são responsáveis por diferentes aspectos do processamento dessas informações. Por exemplo, uma área gerencia a entrada dos dados sensoriais, outra classifica e prioriza pensamentos, e uma terceira converte pensamentos em respostas emocionais. Todas essas áreas interagem para controlar o fluxo de informações. Quando funcionam corretamente, você processa rapidamente e com precisão as informações sobre o mundo ao seu redor.
O Que Acontece Quando o Cérebro Não Funciona Corretamente?Às vezes, a comunicação entre as diferentes partes do cérebro se deteriora. Isso resulta em uma falha no processamento correto das informações, levando a erros na classificação de novos dados ou na orientação de respostas corporais. O TOC está associado a problemas de comunicação entre as partes do cérebro que traduzem informações em pensamentos e ações, como o córtex orbitofrontal, núcleo caudado, giro cingulado e gânglios basais. Quando essas áreas funcionam de forma inadequada, a pessoa é sobrecarregada com pensamentos e ações inadequadas.
Sintomas do Transtorno Obsessivo-CompulsivoIndivíduos diagnosticados com TOC experimentam dois sintomas principais: obsessões e compulsões.
ObsessõesObsessões são pensamentos, ideias, imagens mentais e crenças recorrentes e invasivas que geralmente causam perturbação emocional significativa. Esses pensamentos interferem na capacidade de concentração, dificultando atividades como trabalhar ou estudar. Enquanto a maioria das pessoas consegue se livrar de pensamentos perturbadores, uma pessoa com TOC não consegue controlar suas obsessões. Algumas obsessões comuns incluem:
Compulsões são comportamentos ou rituais que a pessoa se sente obrigada a realizar, geralmente para reduzir a ansiedade e angústia causadas pelas obsessões. Por exemplo, o medo obsessivo de germes leva ao hábito compulsivo de lavar as mãos. Compulsões podem envolver comportamentos mentais, como repetir mentalmente uma palavra várias vezes, ou comportamentos físicos, como bater na mesa repetidamente. Geralmente, são irracionais e não têm conexão com o problema ou medo da pessoa. Algumas compulsões comuns incluem:
O TOC geralmente resulta da interação entre vários fatores de risco diferentes.
GenéticaSe um membro próximo da família tem TOC, a probabilidade de você desenvolver o transtorno é maior.
Fatores PsicológicosPessoas com sintomas de outros transtornos mentais têm maiores chances de desenvolver TOC. O risco é especialmente alto para aqueles diagnosticados com transtorno de ansiedade ou transtorno de humor, como a depressão. Características de personalidade, como perfeccionismo, alto senso de moralidade e responsabilidade, também estão associadas ao TOC.
Doenças na InfânciaEm crianças, a reação do organismo a uma infecção por streptococos pode causar o desenvolvimento repentino de TOC.
Outras Doenças ou LesõesQualquer doença física ou lesão cerebral pode desencadear sintomas de TOC. Lesões cerebrais traumáticas, certos vírus e tumores cerebrais têm sido associados ao transtorno.
A Prevalência do TOCO TOC é um dos transtornos mentais mais comuns. Aproximadamente 2% dos adultos nos EUA desenvolvem TOC em algum momento da vida. Mais da metade desses indivíduos apresenta sintomas severos que causam problemas significativos. Homens e mulheres são diagnosticados com TOC em igual proporção, mas os homens são mais suscetíveis a desenvolver sintomas na infância. Cerca de 25% dos casos de TOC são de crianças menores de 18 anos, e um terço dos adultos com TOC desenvolveram o transtorno quando jovens.
Tratamentos para o Transtorno Obsessivo-CompulsivoOs medicamentos mais comuns para tratar o TOC são os antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Esses medicamentos ajudam a corrigir a comunicação disfuncional entre as áreas do cérebro, aumentando a quantidade de serotonina. Os antidepressivos geralmente reduzem os sintomas do TOC em 40-60%.
PsicoterapiaA terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma das psicoterapias mais eficazes para o TOC. A TCC ajuda a identificar e desafiar pensamentos, emoções, crenças e comportamentos mal-adaptativos, substituindo-os por comportamentos adaptativos. A TCC expõe os pacientes a situações temidas e os ajuda a mudar seus comportamentos, reduzindo os sintomas em 60-80%.
Estudo Revela Conexão entre Obesidade e Saúde Mental
Um estudo recente divulgado pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO) revelou uma relação preocupante: 60% dos pacientes obesos apresentam algum distúrbio psiquiátrico, com destaque para a depressão e a compulsão alimentar.
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Compulsão Alimentar: Uma Análise Profunda
A compulsão alimentar é caracterizada pela perda de controle durante as refeições, podendo levar ao excesso de peso e, consequentemente, à obesidade. Antes de se submeterem a procedimentos cirúrgicos bariátricos e metabólicos, os pacientes passam por uma avaliação psicológica minuciosa, visando identificar e tratar possíveis transtornos alimentares. É crucial que esses pacientes recebam acompanhamento psicológico e psiquiátrico adequado, incluindo a administração de medicamentos, se necessário, para garantir o sucesso do procedimento.
Segundo Thaís Andrade, nutricionista e psicóloga envolvida em uma pesquisa realizada no Hospital de Clínicas de São Paulo, a compulsão alimentar muitas vezes serve como uma forma inconsciente de proteção, utilizada para evitar situações traumáticas ou sentimentos negativos. O tratamento pré-cirúrgico desempenha um papel fundamental na prevenção de recidivas de peso após a cirurgia.
Reflexos na Sexualidade
Isabel Cristina, psicóloga e sexóloga, destaca que indivíduos com compulsão alimentar frequentemente enfrentam dificuldades na satisfação sexual, relacionadas à perda do direito ao prazer. No entanto, quando encontram satisfação em outras áreas de suas vidas, a compulsão alimentar
Principais Momentos do Congresso
Durante as palestras realizadas no XXII Congresso Brasileiro de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, especialistas renomados, como Thais Costa Ribeiro de Andrade (GO), Cicero Nunes Menezes (DF) e Thaaty Burkle Hercowitz de Franca (RJ), trouxeram insights valiosos sobre a interseção entre traumas psicossociais, compulsão alimentar e obesidade.
Este evento proporcionou uma plataforma crucial para o debate e a troca de conhecimentos entre profissionais de saúde, visando aprimorar as abordagens terapêuticas e promover uma maior compreensão dos desafios enfrentados por pacientes com obesidade e distúrbios psiquiátricos.
Incidência dos Transtornos Alimentares
A anorexia nervosa e a bulimia apresentam alta incidência entre os jovens, especialmente entre as mulheres. A anorexia é mais comum em adolescentes de 12 a 17 anos, enquanto a bulimia tende a surgir no início da vida adulta. De acordo com Mara Maranhão, psiquiatra especialista em transtornos alimentares da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), esses comportamentos estão "relacionados a maiores taxas de mortalidade entre os transtornos mentais".
Anorexia Nervosa e Bulimia: Diferenças e Semelhanças
Anorexia Nervosa
Na anorexia nervosa, a pessoa restringe severamente a alimentação, muitas vezes começando com uma dieta comum que se torna cada vez mais restritiva. O jejum recorrente e a intensa perda de peso são características marcantes deste transtorno. A desnutrição é uma consequência frequente.
Bulimia
A bulimia é caracterizada por episódios de compulsão alimentar, onde o indivíduo consome grandes quantidades de alimentos em pouco tempo. Para evitar o ganho de peso, utiliza métodos compensatórios, como indução de vômito e uso de laxantes e diuréticos.
Distorção de Imagem
A distorção de imagem é um fator chave nos transtornos alimentares. Segundo a Dra. Mara Maranhão, "o medo excessivo de ganhar peso e o valor próprio muito centrado na imagem são fatores fundamentais para o diagnóstico".
Sinais e Sintomas dos Transtornos Alimentares
Sinais de Anorexia
Sinais de Bulimia
Exercício Físico Excessivo
A atividade física excessiva é comum em ambos os transtornos, sendo utilizada como um método compensatório para controlar o peso.
Consequências dos Transtornos Alimentares
Os transtornos alimentares, se não tratados, podem levar a sérias complicações de saúde, incluindo a morte. "A anorexia nervosa é o transtorno mental com maior taxa de mortalidade, tanto por complicações físicas, como as alterações cardiovasculares, quanto por complicações psiquiátricas e suicídio", alerta a Dra. Mara Maranhão. Além disso, é comum que pacientes com anorexia ou bulimia também sofram de outras doenças psiquiátricas, como depressão e ansiedade.
Atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS)
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento para pessoas em sofrimento psíquico através da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A Atenção Primária à Saúde é a porta de entrada para o cuidado, desempenhando um papel crucial na abordagem dos transtornos mentais leves e moderados. Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são pontos estratégicos da RAPS, oferecendo serviços de saúde de caráter aberto e comunitário com uma equipe multiprofissional.
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Marcada por intensas mudanças, a adolescência é a fase em que há maior prevalência de casos de transtornos alimentares. Foi justamente com 16 anos que a filha da empresária Vanina Oliva, 48, passou a se exercitar em excesso, em 2016. A disciplina e boa forma da garota eram motivo de elogio, e a família não percebeu nenhum problema até o momento em que o padrasto passou a ficar em casa o dia todo, se recuperando de uma lesão. Ele notou que a adolescente tinha momentos de compulsão alimentar seguidos de vômito.
A Percepção Tardia do Problema
Vanina lembra que, inicialmente, não acreditou nas observações do padrasto. "Eu achava que ele estava pegando no pé dela e neguei a situação por desconhecer do que se tratava. Até o momento em que ela emagreceu muito", conta. Esse relato ilustra uma realidade comum: muitas famílias não conseguem identificar os sinais dos transtornos alimentares a tempo.
Sinais e Sintomas dos Transtornos Alimentares
Compulsão Alimentar
A compulsão alimentar é caracterizada pela ingestão de grandes quantidades de alimentos em um curto período, seguida de sentimentos de culpa e vergonha. Na adolescência, isso pode passar despercebido, especialmente se o jovem esconde esses episódios dos pais.
Bulimia
A bulimia envolve a compulsão alimentar seguida de comportamentos compensatórios, como indução de vômito, uso de laxantes ou exercícios físicos excessivos. Os sinais incluem visitas frequentes ao banheiro após as refeições, compra de laxantes e diuréticos sem prescrição médica, e preocupação excessiva com o peso e a forma corporal.
Anorexia Nervosa
A anorexia nervosa se manifesta pela restrição severa de alimentos e uma perda de peso significativa. Os adolescentes podem adotar dietas extremas, evitar comer na frente dos outros e se pesar constantemente. A desnutrição e suas complicações físicas são sérias consequências desse transtorno.
Impacto Psicológico e Social
Os transtornos alimentares têm um impacto profundo na vida dos adolescentes. Além das complicações físicas, eles enfrentam desafios emocionais e sociais, como isolamento, baixa autoestima e dificuldades nos relacionamentos.
A Importância do Diagnóstico Precoce
Identificar os sinais dos transtornos alimentares o mais cedo possível é crucial para um tratamento eficaz. A negação e a falta de conhecimento sobre esses transtornos, como observado no caso de Vanina, podem atrasar a busca por ajuda profissional.
Abordagem Multidisciplinar
O tratamento dos transtornos alimentares deve envolver uma abordagem multidisciplinar, incluindo psicólogos, psiquiatras, nutricionistas e médicos. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem se mostrado eficaz, ajudando os pacientes a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais.
Papel da Família no Tratamento
A família desempenha um papel vital no tratamento. O apoio familiar pode proporcionar um ambiente seguro e encorajador, essencial para a recuperação. Educar-se sobre os transtornos alimentares e estar atento aos sinais são passos importantes para ajudar os adolescentes.
Você Sabia Que Obesidade e Saúde Mental Têm Relação? Sim, a obesidade, definida como doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS), está diretamente ligada ao acúmulo de gordura no corpo. Além de afetar a saúde física, causando doenças como problemas cardíacos e diabetes, a obesidade também pode influenciar ou ser influenciada por problemas psicológicos.
Dados Relevantes Sobre a Obesidade
De acordo com o site Saúde Não Se Pesa, cerca de 18,9% dos adultos nas capitais brasileiras enfrentam problemas relacionados ao peso. Além disso, impressionantes 74% dos óbitos no Brasil estão associados à obesidade. Globalmente, mais de 1,9 bilhão de pessoas estão com sobrepeso, conforme dados da OMS.
A Relação da Obesidade com a Saúde Mental
A Dra. Marlene Buzzi, psicóloga da Psicologia Viva, destaca que a relação entre obesidade e saúde mental é complexa, influenciada por vários fatores. Questões genéticas, psicológicas, sociais, culturais e ambientais, juntamente com hábitos como dietas ricas em calorias, estilo de vida sedentário e estresse, podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade. Por sua vez, problemas de saúde mental, como estresse, ansiedade e depressão, podem levar a comportamentos alimentares inadequados, contribuindo para o ganho de peso e, consequentemente, para a obesidade.
Doenças Relacionadas à Obesidade
Além das complicações físicas como diabetes tipo 2, pressão alta e aumento do colesterol, a obesidade está associada a diversos problemas de saúde mental, incluindo distúrbios alimentares, ansiedade, depressão, abuso de substâncias, estresse crônico e baixa autoestima.
Obesidade, Depressão e Ansiedade
Estudos sugerem uma relação bidirecional entre obesidade e depressão, com ambos aumentando o risco um do outro. Além disso, a ansiedade também está fortemente ligada à obesidade, influenciada pela liberação de hormônios como o cortisol (associado ao estresse) e a serotonina (relacionada ao bem-estar). Pessoas ansiosas podem recorrer à comida como forma de lidar com emoções negativas, levando à compulsão alimentar e ao ganho de peso.